"É muito perigoso ter razão nos assuntos em que as autoridades estão equivocadas" Voltaire
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
POR UMA CIDADE MELHOR, COM QUALIDADE DE VIDA: RECEBI VISITA NO MEU JARDIM...
POR UMA CIDADE MELHOR, COM QUALIDADE DE VIDA: RECEBI VISITA NO MEU JARDIM...: A minha alegria e felicidade foi enorme, com a visita que recebi, no meu jardim! Olha quem "espiava", curioso, pela janela do meu quarto, po...
terça-feira, 18 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
QUEM NÃO SABE FAZER PODE COPIAR....
CATA TRECO
Medidas simples eliminam focos do mosquito da dengue
A Prefeitura de Uberlândia desenvolve um trabalho permanente e preventivo para controlar a proliferação do mosquito transmissor da dengue, mas é preciso também contar com a participação da população. Somente no período de estiagem, os cerca de 400 agentes de saúde do Programa de Controle e Combate à Dengue realizaram mais de um milhão de ações de vigilância na cidade.
As principais são as visitas comerciais, domiciliares, ferros-velhos, vedação de caixas d’água, recolhimento de pneus, inserção de peixes que se alimentam das larvas do inseto em tanques de decantação e projetos de educação em saúde em escolas e empresas.
Com o período de chuvas se aproximando, a administração municipal está reforçando o pedido de apoio da população para que ela continue parceira no combate à dengue. Medidas simples, como limpar os pratinhos de plantas, lavar os bebedouros de animais e retirar dos quintais e terrenos vagos objetos que acumulam água contribuem para a eliminação de focos do mosquito.
Organizado por William H. Stutz .·.
Veterinário Sanitarista
Laboratório de Animais Peçonhentos - SMS
Veterinário Sanitarista
Laboratório de Animais Peçonhentos - SMS
Por que sabemos que muitas famílias não tem como descartar objetos e para o município fica simples fazer o trabalho correto...Basta querer! Bia Lopes
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Até onde vai a estupidez humana?
Sexta-feira à tarde, dia 23/09/2011, aproximadamente as 17 horas, eu não apenas presenciei e sim vivenciei uma situação que, por pouco não provocou um acidente que, no meu caso, de moto, poderia ter conseqüência desastrosa ou até mesmo, fatal!
Tudo provocado pela falta de educação do motorista do carro placas DQY 4061, que na Avenida Bandeirantes acesso à Rua D. Pedro, enquanto aguardávamos a abertura do sinal, avançou com o carro até encostar a roda dianteira no meu pé que, caso eu não houvesse retirado rapidamente teria parado o carro sobre meu o pé, ainda assim a roda do carro encostou-se à minha perna!
Se eu tivesse firmeza no controle da moto teria sofrido uma queda! Por que tanta estupidez e grosseria?
Como este motorista Rondonópolis tem muitos, que avançam o sinal, que desrespeitam o pedestre, que dirigem conversando ao celular, andam acima da velocidade, ingerem bebidas alcoólicas, colocando a vida das pessoas em risco!
E isto, caros leitores, aconteceu durante as programações da Semana do Trânsito!
Joaninha, Penta-campeão de Free-Style esteve em Rondonópolis
Quem esteve em Rondonópolis, durante a programação da Semana do Trânsito, fazendo o "show" foi o Penta-campeão de Free-Style Joaninha, orgulho do Mato Grosso e do Brasil todo e sua equipe deixando o público encantado com as manobras radicais!

um belíssimo espetáculo!
um belíssimo espetáculo!
o giro da moto no ar...
o publico acompanha cada manobra com atenção
quatro motos no ar!
A apresentação, aberta ao publico, aconteceu no Estádio Luthero Lopes, em Rondonópolis-MT.
PROJETO PRATA DA CASA
O Projeto PRATA DA CASA, desenvolvido pelo professor Mauro Sérgio da Silva, nosso amigo Gabu, reúne no Residencial Marechal Rondon, um grupo de pessoas para caminhadas e exercícios físicos.
Trata-se de um projeto da Secretaria de Esporte, Cultura e lazer.
Este é animado grupo do Residencial Marechal Rondon.
A ginástica começa cedo, com o alongamento...
O grupo reúne-se todas as terças-feiras, as 07h00min e está aberto a todas as pessoas que queiram participar.
Caminhada e ginástica são garantia de vida saudável!
Participe! Vista uma roupa confortável, um tênis e venha! Todas as Terças-feiras no Centro Comunitário do Residencial Marechal Rondon, as 07h00min.
Indignação continua
Leia este artigo de orlando sabka:
Indignação continua
Certas coisas acontecem e nós, pobres mortais pagadores de impostos, não conseguimos entender, ou o entendimento fugiu de nosso alcance, de modo que queremos cada coisa em seu devido lugar, sem que aja favorecidos ou não, pelos menos pensamos assim, pois fomos educados respeitando limites, em que respeito, palavra, honra, decência são raízes inalienáveis. O respeito às pessoas sempre foi fundamental, mas nos dias atuais não é bem assim. Comunidades são ignoradas, como também suas necessidades básicas (alimentação, saúde, segurança, educação, moradia, dentre outras).
Um exemplo a citar, com imensa indignação, o não atendimento, por parte do poder público, a quase duas décadas, dos inúmeros reclames e solicitações para implantação de redutores de velocidade junto à rodovia MT 270, trecho entre o Bairro Colina Verde e Jardim Atlântico. Optaram pelo menor esforço paliativo, trancar com blocos de concreto o meio da rodovia, de modo a não permitir o acesso à mesma pela Av. D. Pedro, saída natural para diversos bairros, obrigando os motoristas a uma enorme volta pelo Jardim Mato Grosso e Coopalis, como também quem trafega pela Av. Rio Branco é obrigado a rodar até a Rua Fernando Correa da Costa ou seguir pelo Jardim Mato Grosso e pela Coopalis, afunilando e congestionando ainda mais o trânsito defronte ao Macro Supermercado, numa clara demonstração de desconhecimento dos reais problemas daquela região. Podemos entender também como omissão para com nossa gente, pois ao invés de sanar problemas, criam outros ainda maiores. No entanto, o poder público atendeu de imediato a construção de redutores de velocidade e lombadas na Rua Fernando Correa da Costa, defronte ao Hipermercado que está sendo construído. Nada contra essas obras, pelo contrário, aplaudimos, são bem vindas, mas fica a pergunta: por que não atendem aos nossos apelos? O hipermercado é um comércio particular, nós somos diversas comunidades com centenas de famílias, por que esse descaso para conosco?
A cada dia que passa se observam absurdos por toda parte. O trânsito virou luta campal, onde alguns se apregoam que tudo podem, para desespero de muito e as mortes vão acontecendo. Os assaltos às residências, aos estabelecimentos comerciais e bancários e aos transeuntes são uma constante, seja à luz do dia ou à noite, não fazendo a menor diferença para os meliantes, face às facilidades encontradas, seja nas leis vigentes (muitas delas ultrapassadas à realidade presente), na falta de um aparato policial intensivo e ostensivo e, principalmente, na omissão do Estado. O que dizer dos constantes assassinatos em nossa cidade?
Corrupção e roubalheira se alastram pelo país de modo assustador, tendo com combustível a impunidade. Quem deveria dar bom exemplo se omite, encontra campo fértil em nossa Casa maior de Leis, num verdadeiro balcão de negociatas, muitas vezes sob os auspícios do executivo e sob o manto protetor do Judiciário. O mesmo acontece com empresários de peso e funcionários dos altos escalões. Sentenças são compradas na maior cara de pau. Ninguém é preso e condenado, muito menos se devolve o dinheiro adquirido ilicitamente e os escândalos pipocam todos os dias, num festival de roubalheira interminável. Temos a obrigação de combater terminantemente a corrupção, sob pena de nossa frágil democracia se esfacelar por inteiro, de modo que os três poderes da República voltem a ser o baluarte dessa nação e não essa vergonha nacional.
Como educar nossos filhos ante toda essa podridão? Transmitir valores morais e éticos em casa ou na escola se olharmos para os lados e vemos exatamente o contrário? Os noticiários televisivos e imprensa escrita e falada nos apresentam, diariamente, uma enxurrada de denúncias das mais diversas de desvios de verbas, até da merenda escolar, numa escalada jamais vista em nosso país e a vida continua como se nada estivesse acontecido, que nos leva a pensar que a roubalheira praticada pelos intocáveis do colarinho branco foi institucionalizada de modo permanente. A isso tudo nossos jovens observam e muitas vezes questionam se no Brasil compensa ser honesto. Estamos no fundo do poço da moralidade, ética, aplicação das leis e assim por diante. Até quando?
A inversão de valores é tal que não nos abalamos mais. Nas escolas os professores são reféns dos alunos. O uso de drogas se disseminou pelo país. Nos presídios quem manda é o preso, inclusive arquiteta assaltos e assassinatos, tudo numa boa, sem maiores interferências. O STF determinou que casamento de homem com homem e mulher com mulher constitui família, em total desencontro do que consta em nossa Constituição Federal e nas leis de Deus. E o STJ anula provas apresentadas pela PF, em flagrante proteção aos envolvidos em crimes do “colarinho branco”. Respeito, gentileza, hombridade, honra, decência, palavra empenhada, etc. há muito que caiu de moda, ao passo que mentir e zombar, ameaçar, deturpar e desrespeitar, furtar e roubar é uma constante de uma lista interminável, sendo a tônica no dia a dia no Brasil, paraíso de ladrões engravatados e criminosos internacionais, em decisões judiciais de fazer ruborizar as pessoas de bem desse país, em total desacordo com a nossa carta maior de Leis. São pessoas que deveriam zelar por nossas leis e fazer bom uso delas, no entanto zomba das mesmas, se achando superior a tudo e a todos, de acordo com a conveniência. Isso é triste e lamentável e mais triste ainda é que permanecemos de braços cruzados sem tomar nenhuma atitude.
Nossos gestores, com algumas exeções, nas três esferas (municipal, estadual e federal) deixam a desejar, devem comprometimento com a coisa pública, a zelar pelas leis e sua aplicação na horizontal. Que nossa gente possa ter tratamento digno na saúde e na educação. Segurança em seus lares e no trabalho. Salário e aposentadoria que venha a cobrir suas necessidades. Rodovias seguras e que o ir e vir seja garantido para todos.
ORLANDO SABKA
RG 135.757/SSP/MS
E-mail: osabka@terra.com.br
Rondonópolis/MT, setembro de 2011.
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