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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

O ASSASSINATO DA AVENIDA GOIÂNIA


 RONDONÓPOLIS



Ao perceber a instalação de um semáforo na Avenida Goiânia, via expressa de acesso a vários bairros de nossa cidade, no Conjunto São José, exatamente num local onde já ocorreram vários acidentes, pelo menos dois destes com morte, acreditei que o correto seria feito para corrigir os riscos que a Av. Goiânia apresentava.
             o novo semáforo da Avenida Goiânia

Mas, lamentavelmente esta via foi “cruelmente assassinada”!

Veja as fotos do crime:
a 'elaboração' do quebra-molas...

           Esta foto mostra um dos pontos críticos, o acesso ao Residencial Buriti:
ali, deveria ter sido construído um redutor de velocidade






           E nesta transversal em frente, também deveria receber um ‘quebra-molas’, neste local também houveram acidentes...
        Acredito que quem tomou esta decisão (unilateral e sem realizar uma análise aprofundada do local) cometeu um equívoco gravíssimo!
       A distorção foi analisar que ‘a culpa’ seria da Avenida Goiânia, não percebendo que a causa do problema é provocado por motoristas irresponsáveis QUE ACESSAM sem os devidos cuidados...
     Concordo com a necessidade de ‘quebra molas’ em alguns lugares para coibir ações que possam provocar acidentes e colocar a vida de muitos em risco!
     O local correto, onde deveriam ser construídos estes redutores de velocidade seria nas vias transversais que acessam a Avenida Goiânia e NÃO na própria avenida!
A Goiânia é uma via expressa e QUEM VAI ACESSAR deve ter todo o cuidado, observar ANTES de ingressar nesta avenida.
                       e o buraco, na rua continua crescendo...

      Acidentes gravíssimos ali já ocorreram, com mortes ou importantes seqüelas.
      As ruas transversais que ‘cortam’ a Avenida Goiânia estas sim deveriam receber os redutores (quebra molas). Pelas regras de trânsito quem tem que parar, observar e aguardar para acessar são os motoristas que estão numa destas ruas.
     Hoje, 16/11/11 aproximadamente às 13:00 ocorreu um acidente envolvendo um caminhão e uma moto.          Aparentemente um dos dois veículos avançou na Avenida Goiânia... Pela posição do caminhão este estaria atravessando a Avenida, atingindo a moto.
         Está realmente faltando uma análise crítica ANTES de ações   importantes no trânsito!
       A Av. D. Pedro é outro problema que requer urgentes providências devido ao caos em toda sua extensão!









terça-feira, 27 de setembro de 2011

Até onde vai a estupidez humana?


Sexta-feira à tarde, dia 23/09/2011, aproximadamente as 17 horas, eu não apenas presenciei e sim vivenciei uma situação que, por pouco não provocou um acidente que, no meu caso, de moto, poderia ter conseqüência desastrosa ou até mesmo, fatal!
Tudo provocado pela falta de educação do motorista do carro placas DQY 4061, que na Avenida Bandeirantes acesso à Rua D. Pedro, enquanto aguardávamos a abertura do sinal, avançou com o carro até encostar a roda dianteira no meu pé que, caso eu não houvesse retirado rapidamente teria parado o carro sobre meu o pé, ainda assim a roda do carro encostou-se à minha perna!
Se eu tivesse firmeza no controle da moto teria sofrido uma queda! Por que tanta estupidez e grosseria?
Como este motorista Rondonópolis tem muitos, que avançam o sinal, que desrespeitam o pedestre, que dirigem conversando ao celular, andam acima da velocidade, ingerem bebidas alcoólicas, colocando a vida das pessoas em risco!
E isto, caros leitores, aconteceu durante as programações da Semana do Trânsito!

sábado, 10 de setembro de 2011

Beber e dirigir não é direito de ninguém


Este artigo do Jairo é importantíssimo e deve ser republicado! Vale para todos, sem distinção, pois o que se percebe por ai, especialmente nos finais de semana, bares superlotados e muitos carros e motos...

Beber e dirigir não é direito de ninguém

Jairo Bouer

Dois graves acidentes de carro que tiraram a vida de jovens em São Paulo, recentemente, chamam a atenção para um fenômeno cada vez mais recorrente em nosso país. As mortes no trânsito, na contramão de outras causas de morte violenta, caem a uma velocidade muito lenta, mesmo depois da lei seca. E é claro que o álcool é o grande vilão da maior parte dessas fatalidades.

Um carro que voava a quase 150 km/h em uma das ruas mais movimentadas do Itaim Bibi, bairro nobre de São Paulo, tirou a vida de uma jovem advogada. Em outro caso, um carro blindado, também em velocidade que excedia o limite de 30km/h de uma pequena rua na Vila Madalena, atropelou um jovem de 24 anos, que voltava a pé para casa.

Em comum, esses acidentes revelam uma faceta de outros do mesmo gênero, que se repetem à exaustão nos finais de semana de pequenas e grandes cidades do Brasil. As pessoas bebem, têm seus reflexos prejudicados, assumem comportamentos de risco ao volante e perdem o controle sobre seus carros, que se transformam em armas mortais.
É triste ver que, mesmo com a lei seca, a bagunça segue solta. Rachas, excesso de velocidade, desrespeito ao pedestre, arrogância, enfrentamento das autoridades, mentiras sobre o que se fez ou como se conduzia, tudo virou rotina. As pessoas se consideram acima da lei, criando a concepção de que 'tenho meu carro, posso usá-lo como eu quiser'.

Errado! Em sociedade, os direitos individuais esbarram nos direitos dos outros. Se, por ter bebido, eu posso colocar outras pessoas em risco, eu tenho que abrir mão do meu direito de conduzir. Parece óbvio, mas não é assim que acontece!

Enquanto essa consciência não for automática e a cultura do cuidado não prevalecer, as leis têm de ser aplicadas de forma exemplar. Talvez o exemplo sirva de freio, enquanto a maturidade não chega. Blitz, lei dura e punições cabíveis devem prevalecer, doa a quem doer. E essa dor não vai ser maior do que a dor de quem perde filhos ou amigos pela imprudência alheia!

jbouer@uol.com.br
Folha de São Paulo – 08-08-2011